{"id":343,"date":"2019-01-20T00:23:00","date_gmt":"2019-01-20T00:23:00","guid":{"rendered":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/?p=343"},"modified":"2021-01-20T00:31:20","modified_gmt":"2021-01-20T00:31:20","slug":"avaliacao-pre-anestesica-e-obrigatoria-em-consulta-medica-antes-da-realizacao-de-qualquer-tipo-de-ato-anestesico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/2019\/01\/20\/avaliacao-pre-anestesica-e-obrigatoria-em-consulta-medica-antes-da-realizacao-de-qualquer-tipo-de-ato-anestesico\/","title":{"rendered":"Avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica \u00e9 obrigat\u00f3ria, em consulta m\u00e9dica, antes da realiza\u00e7\u00e3o de ato anest\u00e9sico"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Conselho Federal de Medicina aprovou em 2006 a Resolu\u00e7\u00e3o de n\u00ba 1.802\/06, de extrema relev\u00e2ncia para os pacientes que ter\u00e3o de se submeter a qualquer tipo de ato anest\u00e9sico. Ela atualiza e moderniza a pr\u00e1tica do ato anest\u00e9sico, al\u00e9m de dispor sobre as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a obrigat\u00f3rias desde o pr\u00e9 at\u00e9 o p\u00f3s-operat\u00f3rio, e tamb\u00e9m sobre os equipamentos e requisitos m\u00ednimos para a realiza\u00e7\u00e3o da\u00a0anestesia\u00a0em qualquer hospital ou institui\u00e7\u00e3o de\u00a0sa\u00fade\u00a0do Brasil.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Publicada no Di\u00e1rio Oficial da Uni\u00e3o em 1\u00ba de novembro de 2006, a Resolu\u00e7\u00e3o 1.802\/06 \u00e9 resultado do trabalho conjunto da C\u00e2mara T\u00e9cnica Conjunta do Conselho Federal de Medicina, Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira e Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Revoga todas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio, em especial a Resolu\u00e7\u00e3o CFM n\u00ba 1.363, publicada em 22 de mar\u00e7o de 1993, que at\u00e9 ent\u00e3o normatizava o exerc\u00edcio da anestesiologia no Brasil e estava ultrapassada.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por interm\u00e9dio da nova regulamenta\u00e7\u00e3o, o Conselho Federal de Medicina orienta a todos os especialistas a fazer uma avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica, em consulta m\u00e9dica, antes da admiss\u00e3o de pacientes para procedimentos&nbsp;eletivos. Tamb\u00e9m lista os equipamentos b\u00e1sicos para a administra\u00e7\u00e3o da&nbsp;anestesia&nbsp;e suporte cardiorrespirat\u00f3rio, f\u00e1rmacos, instrumentais e materiais. Torna obrigat\u00f3rio, por exemplo, o ox\u00edmetro de pulso e capn\u00f3grafo, dois instrumentos essenciais hoje, que n\u00e3o eram contemplados por normativas anteriores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Leia a resolu\u00e7\u00e3o completa do CFM abaixo:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RESOLU\u00c7\u00c3O CFM N\u00b0 1.802\/06<\/strong><br>EMENTA: Disp\u00f5e sobre a pr\u00e1tica do ato anest\u00e9sico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribui\u00e7\u00f5es conferidas pela Lei n\u00ba 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto n\u00ba 44.045, de 19 de julho de 1958, e pela Lei n\u00ba 11.000, de 15 de dezembro de 2004, e<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>que \u00e9 dever do m\u00e9dico guardar absoluto respeito pela vida humana, n\u00e3o podendo, em nenhuma circunst\u00e2ncia, praticar atos que a afetem ou concorram para prejudic\u00e1-la;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>que o alvo de toda a aten\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico \u00e9 a&nbsp;sa\u00fade&nbsp;do ser humano, em benef\u00edcio da qual dever\u00e1 agir com o m\u00e1ximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>que o m\u00e9dico deve aprimorar e atualizar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso cient\u00edfico em benef\u00edcio do paciente;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>que n\u00e3o \u00e9 permitido ao m\u00e9dico deixar de ministrar tratamento ou assist\u00eancia ao paciente, salvo nas condi\u00e7\u00f5es previstas pelo C\u00f3digo de \u00c9tica M\u00e9dica;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>que a Portaria n\u00ba 400, de 6 de dezembro de 1977, do Minist\u00e9rio da&nbsp;Sa\u00fade, prev\u00ea sala de recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-anest\u00e9sica para a unidade do centro cir\u00fargico;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>o proposto pela C\u00e2mara T\u00e9cnica Conjunta do Conselho Federal de Medicina, Associa\u00e7\u00e3o M\u00e9dica Brasileira e Sociedade Brasileira de Anestesiologia, nomeada pela Portaria CFM n\u00ba 62\/05;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO&nbsp;<\/strong>a necessidade de atualiza\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da pr\u00e1tica do ato anest\u00e9sico;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CONSIDERANDO<\/strong>, finalmente, o decidido em sess\u00e3o plen\u00e1ria de 4 de outubro de 2006,<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>RESOLVE:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 1\u00ba<\/strong>&nbsp;Determinar aos m\u00e9dicos anestesiologistas que:<br>I \u2013 Antes da realiza\u00e7\u00e3o de qualquer&nbsp;anestesia, exceto nas situa\u00e7\u00f5es de&nbsp;urg\u00eancia, \u00e9 indispens\u00e1vel conhecer, com a devida anteced\u00eancia, as condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas do paciente, cabendo ao m\u00e9dico anestesiologista decidir da conveni\u00eancia ou n\u00e3o da pr\u00e1tica do ato anest\u00e9sico, de modo soberano e intransfer\u00edvel.<br>a) Para os procedimentos&nbsp;eletivos, recomenda-se que a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica seja realizada em consulta m\u00e9dica antes da admiss\u00e3o na unidade hospitalar;<br>b) na avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica, baseado na condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica do paciente e procedimento proposto, o m\u00e9dico anestesiologista solicitar\u00e1 ou n\u00e3o exames complementares e\/ou avalia\u00e7\u00e3o por outros especialistas;<br>c) o m\u00e9dico anestesiologista que realizar a avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica poder\u00e1 n\u00e3o ser o mesmo que administrar\u00e1 a&nbsp;anestesia.<br>II \u2013 Para conduzir as anestesias gerais ou regionais com seguran\u00e7a, deve o m\u00e9dico anestesiologista manter vigil\u00e2ncia permanente a seu paciente.<br>III \u2013 A documenta\u00e7\u00e3o m\u00ednima dos procedimentos anest\u00e9sicos dever\u00e1 incluir obrigatoriamente informa\u00e7\u00f5es relativas \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o e prescri\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sicas, evolu\u00e7\u00e3o cl\u00ednica e tratamento intra e p\u00f3s-anest\u00e9sico (ANEXO&nbsp;I).<br>IV \u2013 \u00c9 ato atentat\u00f3rio \u00e0 \u00e9tica m\u00e9dica a realiza\u00e7\u00e3o simult\u00e2nea de anestesias em pacientes distintos, pelo mesmo profissional.<br>V &#8211; Para a pr\u00e1tica da&nbsp;anestesia, deve o m\u00e9dico anestesiologista avaliar previamente as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a do ambiente, somente praticando o ato anest\u00e9sico quando asseguradas as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para a sua realiza\u00e7\u00e3o.<br><strong><br>Art. 2\u00ba<\/strong>&nbsp;\u00c9 responsabilidade do diretor t\u00e9cnico da institui\u00e7\u00e3o assegurar as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para a realiza\u00e7\u00e3o da&nbsp;anestesia&nbsp;com seguran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 3\u00ba<\/strong>&nbsp;Entende-se por condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de seguran\u00e7a para a pr\u00e1tica da&nbsp;anestesia&nbsp;a disponibilidade de:<br>I \u2013 Monitora\u00e7\u00e3o da&nbsp;circula\u00e7\u00e3o, incluindo a determina\u00e7\u00e3o da&nbsp;press\u00e3o arterial&nbsp;e dos batimentos card\u00edacos, e determina\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do ritmo card\u00edaco, incluindo cardioscopia;<br>II &#8211; Monitora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da oxigena\u00e7\u00e3o do&nbsp;sangue&nbsp;arterial, incluindo a oximetria de pulso;<br>III &#8211; Monitora\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da&nbsp;ventila\u00e7\u00e3o, incluindo os teores de g\u00e1s carb\u00f4nico exalados nas seguintes situa\u00e7\u00f5es:&nbsp;anestesia&nbsp;sob via a\u00e9rea artificial (como intuba\u00e7\u00e3o traqueal, br\u00f4nquica ou m\u00e1scara lar\u00edngea) e\/ou&nbsp;ventila\u00e7\u00e3o&nbsp;artificial e\/ou exposi\u00e7\u00e3o a agentes capazes de desencadear hipertermia maligna.<br>IV \u2013 Equipamentos (ANEXO&nbsp;II), instrumental e materiais (ANEXO&nbsp;III) e f\u00e1rmacos (ANEXO&nbsp;IV) que permitam a realiza\u00e7\u00e3o de qualquer ato anest\u00e9sico com seguran\u00e7a, bem como a realiza\u00e7\u00e3o de procedimentos de recupera\u00e7\u00e3o cardiorrespirat\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 4\u00ba<\/strong>&nbsp;Ap\u00f3s a&nbsp;anestesia, o paciente deve ser removido para a sala de recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-anest\u00e9sica (SRPA) ou para o\/a centro (unidade) de&nbsp;terapia intensiva&nbsp;(CTI), conforme o caso.<br>\u00a7 1\u00ba Enquanto aguarda a remo\u00e7\u00e3o, o paciente dever\u00e1 permanecer no local onde foi realizado o procedimento anest\u00e9sico, sob a aten\u00e7\u00e3o do m\u00e9dico anestesiologista;<br>\u00a7 2\u00ba O m\u00e9dico anestesiologista que realizou o procedimento anest\u00e9sico dever\u00e1 acompanhar o transporte do paciente para a SRPA e\/ou CTI;<br>\u00a7 3\u00ba A alta da SRPA \u00e9 de responsabilidade exclusiva do m\u00e9dico anestesiologista;<br>\u00a7 4\u00ba Na SRPA, desde a admiss\u00e3o at\u00e9 o momento da alta, os pacientes permanecer\u00e3o monitorados quanto:<br>a) \u00e0&nbsp;circula\u00e7\u00e3o, incluindo aferi\u00e7\u00e3o da&nbsp;press\u00e3o arterial&nbsp;e dos batimentos card\u00edacos e determina\u00e7\u00e3o cont\u00ednua do ritmo card\u00edaco, por meio da cardioscopia;<br>b) \u00e0 respira\u00e7\u00e3o, incluindo determina\u00e7\u00e3o cont\u00ednua da oxigena\u00e7\u00e3o do&nbsp;sangue&nbsp;arterial e oximetria de pulso;<br>c) ao estado de consci\u00eancia;<br>d) \u00e0 intensidade da dor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 5\u00ba<\/strong>&nbsp;Os&nbsp;anexos&nbsp;e as listas de equipamentos, instrumental, materiais e f\u00e1rmacos que obrigatoriamente devem estar dispon\u00edveis no ambiente onde se realiza qualquer&nbsp;anestesia, e que integram esta resolu\u00e7\u00e3o, ser\u00e3o periodicamente revisados.<br>Par\u00e1grafo \u00fanico &#8211; Itens adicionais est\u00e3o indicados em situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 6\u00b0<\/strong>&nbsp;Revogam-se todas as disposi\u00e7\u00f5es em contr\u00e1rio, em especial a Resolu\u00e7\u00e3o CFM n\u00ba 1.363 publicada em 22 de mar\u00e7o de 1993.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Art. 7\u00b0<\/strong>&nbsp;Esta resolu\u00e7\u00e3o entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Bras\u00edlia\/DF, 4 de outubro de 2006<br><br>EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE<br>Presidente<br><br>L\u00cdVIA BARROS GAR\u00c7\u00c3O<br>Secret\u00e1ria-Geral<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ANEXOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ANEXO&nbsp;I&nbsp;<\/strong>&#8211; As seguintes fichas fazem parte obrigat\u00f3ria da documenta\u00e7\u00e3o da&nbsp;anestesia:<br>1.Ficha de avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica, incluindo:<br>a.Identifica\u00e7\u00e3o do anestesiologista<br>b.Identifica\u00e7\u00e3o do paciente<br>c.Dados antropom\u00e9tricos<br>d.Antecedentes pessoais e familiares<br>e.Exame f\u00edsico, incluindo avalia\u00e7\u00e3o das vias a\u00e9reas<br>f.Diagn\u00f3stico&nbsp;cir\u00fargico e doen\u00e7as associadas<br>g.Tratamento (incluindo f\u00e1rmacos de uso atual ou recente)<br>h.Jejum pr\u00e9-operat\u00f3rio<br>i.Resultados dos exames complementares eventualmente solicitados e opini\u00e3o de outros especialistas, se for o caso<br>j.Estado f\u00edsico<br>k.Prescri\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica<br>l.Consentimento informado espec\u00edfico para a&nbsp;anestesia<br>2.Ficha de&nbsp;anestesia, incluindo:<br>a.Identifica\u00e7\u00e3o do(s) anestesiologista(s) respons\u00e1vel(is) e, se for o caso, registro do momento de transfer\u00eancia de responsabilidade durante o procedimento<br>b.Identifica\u00e7\u00e3o do paciente<br>c.In\u00edcio e t\u00e9rmino do procedimento<br>d.T\u00e9cnica de&nbsp;anestesia&nbsp;empregada<br>e.Recursos de monitora\u00e7\u00e3o adotados<br>f.Registro da oxigena\u00e7\u00e3o, g\u00e1s carb\u00f4nico expirado final (nas situa\u00e7\u00f5es onde foi utilizado),&nbsp;press\u00e3o arterial&nbsp;e freq\u00fc\u00eancia card\u00edaca a intervalos n\u00e3o superiores a dez minutos<br>g.Solu\u00e7\u00f5es e f\u00e1rmacos administrados (momento de administra\u00e7\u00e3o, via e dose)<br>h.Intercorr\u00eancias e eventos adversos associados ou n\u00e3o \u00e0&nbsp;anestesia<br>3.Ficha de recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-anest\u00e9sica, incluindo:<br>a.Identifica\u00e7\u00e3o do(s) anestesiologista(s) respons\u00e1vel(is) e, se for o caso, registro do momento de transfer\u00eancia de responsabilidade durante o internamento na sala de recupera\u00e7\u00e3o p\u00f3s-anest\u00e9sica<br>b.Identifica\u00e7\u00e3o do paciente<br>c.Momentos da admiss\u00e3o e da alta<br>d.Recursos de monitora\u00e7\u00e3o adotados<br>e.Registro da consci\u00eancia,&nbsp;press\u00e3o arterial, freq\u00fc\u00eancia card\u00edaca, oxigena\u00e7\u00e3o, atividade motora e intensidade da dor a intervalos n\u00e3o superiores a quinze minutos.<br>f.Solu\u00e7\u00f5es e f\u00e1rmacos administrados (momento de administra\u00e7\u00e3o, via e dose)<br>g.Intercorr\u00eancias e eventos adversos associados ou n\u00e3o \u00e0&nbsp;anestesia<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ANEXO&nbsp;II<\/strong>&nbsp;&#8211; Equipamentos b\u00e1sicos para a administra\u00e7\u00e3o da&nbsp;anestesia&nbsp;e suporte cardiorrespirat\u00f3rio:<br>1.Em cada sala onde se administra&nbsp;anestesia: sec\u00e7\u00e3o de fluxo cont\u00ednuo de gases,&nbsp;sistema respirat\u00f3rio&nbsp;e ventilat\u00f3rio completo e sistema de aspira\u00e7\u00e3o.<br>2.Na unidade onde se administra&nbsp;anestesia: desfibrilador,&nbsp;marca-passo&nbsp;transcut\u00e2neo (incluindo gerador e cabo).<br>3.Recomenda-se a monitora\u00e7\u00e3o da temperatura e sistemas para aquecimento de pacientes em&nbsp;anestesia&nbsp;pedi\u00e1trica e geri\u00e1trica, bem como em procedimentos com dura\u00e7\u00e3o superior a duas horas, nas demais situa\u00e7\u00f5es.<br>4.Recomenda-se a ado\u00e7\u00e3o de sistemas autom\u00e1ticos de infus\u00e3o para administra\u00e7\u00e3o cont\u00ednua de f\u00e1rmacos vasoativos e&nbsp;anestesia&nbsp;intravenosa cont\u00ednua.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ANEXO&nbsp;III<\/strong>&nbsp;\u2013 Instrumental e materiais:<br>1.M\u00e1scaras faciais<br>2.C\u00e2nulas oronasofar\u00edngeas<br>3.M\u00e1scaras lar\u00edngeas<br>4.Tubos traqueais e conectores<br>5.Seringas, agulhas e cateteres venosos descart\u00e1veis<br>6.Laringosc\u00f3pio (cabos e l\u00e2minas)<br>7.Guia para tubo traqueal e pin\u00e7a condutora<br>8.Dispositivo para cricotireostomia<br>9.Seringas, agulhas e cateteres descart\u00e1veis espec\u00edficos para os diversos bloqueios anest\u00e9sicos neuroaxiais e perif\u00e9ricos<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ANEXO&nbsp;IV<\/strong>&nbsp;\u2013 F\u00e1rmacos:<br>1.Agentes usados em&nbsp;anestesia, incluindo anest\u00e9sicos locais, hipnoindutores, bloqueadores neuromusculares e seus antagonistas, anest\u00e9sicos inalat\u00f3rios e dantroleno s\u00f3dico, opi\u00f3ides e seus antagonistas,&nbsp;antiem\u00e9ticos,&nbsp;analg\u00e9sicos&nbsp;n\u00e3o-opi\u00f3ides, corticoster\u00f3ides, inibidores H2, efedrina\/etil-efrina,&nbsp;broncodilatadores, gluconato\/cloreto de c\u00e1lcio.<br>2.Agentes destinados \u00e0 ressuscita\u00e7\u00e3o cardiopulmonar, incluindo&nbsp;adrenalina, atropina, amiodarona, sulfato de magn\u00e9sio,&nbsp;dopamina, dobutamina,&nbsp;noradrenalina, bicarbonato de s\u00f3dio, solu\u00e7\u00f5es para hidrata\u00e7\u00e3o e expansores plasm\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nobel de Medicina \u00e9 concedido a americanos que pesquisaram sobre o fen\u00f4meno conhecido como&#8230;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/res14.news.med.br\/v\/3.17.4603\/_imgs\/next2-32-w.png\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Fonte: NEWS.MED.BR, 2006.\u00a0<strong>Nova Resolu\u00e7\u00e3o do CFM: avalia\u00e7\u00e3o pr\u00e9-anest\u00e9sica passa a ser obrigat\u00f3ria, em consulta m\u00e9dica, antes da realiza\u00e7\u00e3o de qualquer tipo de ato anest\u00e9sico<\/strong>. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.news.med.br\/p\/saude\/1900\/nova-resolucao-do-cfm-avaliacao-pre-anestesica-passa-a-ser-obrigatoria-em-consulta-medica-antes-da-realizacao-de-qualquer-tipo-de-ato-anestesico.htm>. Acesso em: 19 jan. 2021.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Resolu\u00e7\u00e3o de n\u00ba 1.802\/06 \u00e9 muito relevante para os pacientes que ter\u00e3o de se submeter a qualquer ato anest\u00e9sico. <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":344,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-343","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"gutentor_comment":7,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/343","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=343"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/343\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":348,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/343\/revisions\/348"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media\/344"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=343"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=343"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/clinicasrm.com.br\/site\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=343"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}